Meus amores

Meus amores

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Dicionário online com vídeos do youtube

O Sr. Oshiro e seus amigos, fizeram um dicionário de libras online com vídeos do youtube e hoje qualquer pessoa pode contribuir e colocar novos sinais.Segue o link para quem quiser contribuir.


terça-feira, 7 de agosto de 2012

Novidades nos vídeos

Vocês podem conferir nos vídeos, histórias do Folclore e Desenhos do Chaves.
Recados

Vamos torcer pelo Brasil em Londres 2012

Recados para Orkut

Dia dos Pais


Dizem que o primeiro a comemorar o Dia dos Pais foi um jovem chamado Elmesu, na Babilônia, há mais de 4.000 anos. Ele teria esculpido em argila um cartão para seu pai. Mas a instituição de uma data para comemorar esse dia todos os anos é bem mais recente...
Em 1909, a norte-americana Sonora Louise Smart Dodd queria um dia especial para homenagear o pai, William Smart, um veterano da guerra civil que ficou viúvo quando sua esposa teve o sexto bebê e que criou os seis filhos sozinho em uma fazenda no Estado de Washington. 
Foi olhando para trás, depois de adulta, que Dodd percebeu a força e generosidade do pai. 
O primeiro Dia dos Pais foi comemorado em 19 de junho de 1910, em Spokane, Washington. A rosa foi escolhida como a flor oficial do evento. Os pais vivos deviam ser homenageados com rosas vermelhas e os falecidos com flores brancas. Pouco tempo depois, a comemoração já havia se espalhado por outras cidades americanas. Em 1972, Richard Nixon proclamou oficialmente o terceiro domingo de junho como Dia dos Pais. 
O pai brasileiro ganhou um dia especial a partir de 1953. A iniciativa partiu do jornal O Globo do Rio de Janeiro, que se propôs a incentivar a celebração em família, baseado nos sentimentos e costumes cristãos. Primeiro, foi instituído o dia 16 de agosto, dia de São Joaquim. Mas, como o domingo era mais propício para as reuniões de família, a data foi transferida para o segundo domingo de agosto. 
Em São Paulo, a data foi formalmente comemorada pela primeira vez em 1955, pelo grupo Emissoras Unidas, que reunia Folha de S. Paulo, TV Record, Rádio Pan-americana e a extinta Rádio São Paulo. O grupo organizou um grande show no antigo auditório da TV Record para marcar a data. Lá, foram premiados Natanael Domingos, o pai mais novo, de 16 anos; Silvio Ferrari, de 96 anos, como o pai mais velho; e Inácio da Silva Costa, de 67 anos, como o campeão em número de filhos, um total de 31. As gravadoras lançaram quatro discos em homenagem aos pais. O maior sucesso foi o baião É Sempre Papai, com letra de Miguel Gustavo, interpretada por Jorge Veiga. O Dia dos Pais acabou contagiando todo o território brasileiro e até hoje é comemorado no segundo domingo de agosto.
Muitos países têm datas especiais para homenagear os pais. A Inglaterra e a Argentina também comemoram a data no terceiro domingo de junho. Na Itália e em Portugal, a homenagem acontece no Dia de São José, 19 de março. Na Austrália, é no segundo domingo de setembro. E na Rússia, no dia 23 de fevereiro. 
Autor desconhecido



Recados para Facebook

terça-feira, 10 de julho de 2012

Ludicidade e Educação

A maioria das escolas tem didatizado a atividade lúdica das crianças restringindo-as a exercícios repetidos de discriminação viso- motora e auditiva, através do uso de brinquedos, desenhos coloridos, músicas ritmadas. Ao fazer isso, ao mesmo tempo em que bloqueia a organização independente das crianças para a brincadeira, essas práticas pré- escolares, através do trabalho lúdico didatizado, enfatizam os alunos, como se sua ação simbólica servisse apenas para exercitar e facilitar para o professor , a transmissão de determinada visão do mundo, definida a priori pela escola.
“É fundamental que se assegure à criança o tempo e os espaços para que o caráter lúdico do lazer seja vivenciado com intensidade capaz de formar a base sólida para a criatividade e a participação cultural e, sobretudo para o exercício do prazer de viver, e viver, como diz a canção... como se fora brincadeira de roda...” (MARCELINO, NELSON.C.,1996.p.38). 
É papel da educação formar pessoas criticas e criativas, que criem, inventem, descubra, que sejam capazes de construir conhecimento. Não devendo aceitar simplesmente o que os outros já fizeram, aceitando tudo o que lhe é oferecido. Daí a importância de se ter alunos que sejam ativos, que cedo aprendem a descobrir, adotando assim uma atitude mais de iniciativa do que de expectativa.
Considera-se função da educação infantil promover o desenvolvimento global da criança; para tanto é preciso considerar os conhecimentos que ela já possui, proporcionar a criança vivenciar seu mundo, explorando, respeitando e reconstruindo. Nesse sentido a educação infantil deve trabalhar a criança, tomando como ponto de partida que está é um ser com características individuais e que precisa de estímulos, para crescer criativa, inventiva e acima de tudo crítica.
Quando o aluno chega a escola traz consigo uma gama de conhecimento oriundo da própria atividade lúdica. A escola, porém, não aproveita esses conhecimentos, criando uma separação entre a realidade vivida por ela na escola e seus conhecimentos.
A escola agindo desta forma estará comprometendo a própria espontaneidade da criança, que não se sentirá tão a vontade em sala de aula a ponto de deixar fluir naturalmente sua imaginação e emoção.
A ação de brincar, segundo ALMEIDA (1994) é algo natural na criança e por não ser uma atividade sistematizada e estruturada, acaba sendo a própria expressão de vida da criança. RIZZI e HAYDT convergem para a mesma perspectiva quando afirmam:
“O brincar corresponde a um impulso da criança, e este sentido, satisfaz uma necessidade interior, pois, o ser humano apresenta uma tendência lúdica” (1987 p. 14).
O lúdico aplicado à prática pedagógica não apenas contribui para a aprendizagem da criança, como possibilita ao educador tornar suas aulas mais dinâmicas e prazerosas.
CUNHA (1994), ressalta que a brincadeira oferece uma “situação de aprendizagem delicada”, isto é, o educador precisa ser capaz de respeitar e nutrir o interesse da criança, dando-lhe possibilidades para que envolva em seu processo, ou do contrário perde-se a riqueza que o lúdico representa.
Neste sentido é responsabilidade do educador, na educação infantil, ajudar a criança a ampliar de fato, as suas possibilidades de ação. Proporcionando à criança brincadeiras que possam contribuir para o seu desenvolvimento psicosocial e conseqüentemente para a sua educação.
O lúdico enquanto recurso pedagógico deve ser encarado de forma séria e usado de maneira correta, pois como afirma ALMEIDA (1994), o sentido real, verdadeiro, funcional da educação lúdica estará garantida, se o educador estiver preparado para realizá-lo.
Sendo que o papel do educador é, intervir de forma adequada, deixando que o aluno adquira conhecimentos e habilidade; suas atividades visam sempre um resultado, e uma ação dirigida para a busca d finalidades pedagógicas.
A educadora FERREIRO (19890, já apontava para a importância de se oferecer a criança ambientes agradáveis onde se sinta bem e a vontade, pois a criança deverá se sentir como integrante do meio em que está inserida.
Conceber o lúdico como atividade apenas de prazer e diversão, negando seu caráter educativo é uma concepção ingênua e sem fundamento. A educação lúdica é uma ação inerente na criança e no adulto aparece sempre, como uma forma transacional em direção a algum conhecimento.
A criança aprende através da atividade lúdica ao encontrar na própria vida, nas pessoas reais, a complementação para as suas necessidades.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALMEIDA, Paulo Nunes de. “Educação lúdica: técnicas e jogos pedagógicos”. 5ª ed.São Paulo:Loyola, 1994.
CUNHA, Nylse Helena. “Brinquedoteca: um mergulho no brincar”. São Paulo: Matese, 1994.
FERREIRO,Emilia.”Processo de alfabetização”. Rio de Janeiro: Palmeiras,1998.
MARCELINO, Nelson Carvalho. “Estudos do lazer: uma introdução”. Campinas. São Paulo: Autores Associados, 1996.
RIZZI, Leonor & HAYDT, Regina Célia. “Atividades Lúdicas na educação da criança”. São Paulo: Atica, 1987.
Fonte: http://ludicidade-e-educao.blogspot.com.br/

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Cartoon Fernando Pessoa


Adivinhas

Qual é a palavra que tem quatro sílabas
e vinte e nove letras? "Solução: Alfabeto

"Eu abro do amor as portas,
da vida as portas encerro,
Permaneço em coisas tortas,
mas não em monte ou desterro.
Adivinhe! "Solução: Letra a

"O que está no fim da Terra e no meio do mar? "Solução: Letra a

"O que é,
pequeno em Lisboa
e grande no Brasil? "Solução: Letra b

"O que será?
Pensem bem!
Está em tudo
e nada tem. "Solução: Letra d

"Qual é a primeira coisa que se põe no jardim? "Solução: Letra j

"Qual é a coisa
que se encontra
uma vez num minuto,
duas vezes num momento,
e nenhuma vez no ano? "Solução: Letra m

"Qual é o princípio de princípio? "Solução: Letra p

"O que é que todo o nariz
tem na ponta? "Solução: Letra z

Poema de Cecília Meireles

De Longe Te Hei-de Amar

De longe te hei-de amar
- da tranquila distância
em que o amor é saudade
e o desejo, constância.

Do divino lugar
onde o bem da existência
é ser eternidade
e parecer ausência.

Quem precisa explicar
o momento e a fragrância
da Rosa, que persuade
sem nenhuma arrogância?

E, no fundo do mar,
a Estrela, sem violência,
cumpre a sua verdade,
alheia à transparência.

Cecília Meireles, in 'Canções'

fonte: http://www.citador.pt

terça-feira, 3 de abril de 2012

Histórias em Quadrinhos

As histórias em quadrinhos, pelas suas peculiaridades, colaboram na alfabetização, pelo fato de, dirigir indicações que remontam a significados, mesmo sem o conhecimento da palavra escrita. 
Pela maneira como é demonstrado o ocorrido no quadrinho é permitido identificar o sentido e, se alguma palavra foi destacada, ela fica registrada, provavelmente, na mente da criança.
As onomatopeias servem para diagnosticar sons e, também, permitem o conhecimento das letras do alfabeto. É mais simples ler um som do que uma palavra no início da alfabetização.
É possível "ler" uma história em quadrinhos através das marcas de sons, pela apresentação dos balões, etc. Por exemplo, se o balão possui uma sequencia de bolinhas na direção do personagem, este está apenas pensando.
A criação de historinhas é algo que estimula a criatividade, além de ser um trabalho muito prazeroso.



segunda-feira, 2 de abril de 2012

Contar Histórias



Ao contrário do que muita gente pode pensar, contar histórias não é apenas um entretenimento lúdico, mas um importante instrumento a ser utilizado na transmissão de conhecimentos para a vida. Além dos contos de fadas serem repetidos por muito tempo e bem aceitos em qualquer época, especialistas afirmam que eles tratam de conflitos humanos de socialização e trazem mensagens essenciais ao desenvolvimento da criança. Questões como nascimentos, rupturas de laços familiares, sucessos e fracassos são possíveis de serem encontradas em várias histórias.
De acordo com especialistas, a vivência de ouvir histórias proporciona à criança a familiarização com tramas que envolvem persistência e coragem, a compreensão do conflito entre o bem e o mal e ainda a estimula a superar dificuldades, assim como acontece com os personagens Chapeuzinho Vermelho, Patinho Feio e Rapunzel. Apontam que cada história apresenta seus ensinamentos. Veja abaixo como diversas situações são tratadas em quatro diferentes histórias:
Cinderela: Aborda temas como a morte, a formação de uma nova família e as diferenças sociais. O conto mostra que ser verdadeiro consigo mesmo é mais importante em relação ao comportamento apresentado pelas filhas da madrasta, de se prender à riqueza ou à aparência.
Três Porquinhos: Refere-se ao amadurecimento, quando mostra a vantagem de crescer que pode ser observada por meio do irmão mais velho que é também o mais sábio.
João e Maria: Trata o medo do abandono, o maior receio de qualquer criança.
Rapunzel: Trabalha a independência por meio do conflito entre a mãe e a filha, quando essa tenta ganhar sua independência e é impedida.

Por Patrícia Lopes
Graduada em Psicologia
http://varinhadecondao-9.blogspot.com.br/2009/10/as-historias-e-os-sentimentos.html


sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Eco da Vida

Um pequeno garoto e seu pai caminhavam pelas montanhas.
De repente o garoto cai, se machuca e grita :
- Aai !!!
Para sua surpresa escuta a voz se repetir, em algum lugar da montanha :
- Aai !!!
Curioso, pergunta: - Quem é você?
Recebe como resposta: - Quem é você?
Contrariado, grita: - Seu covarde!!!
Escuta como resposta: - Seu covarde!!!
Olha para o pai e pergunta aflito: - O que é isso?
O Pai sorri e fala: - Meu filho, preste atenção!!!
Então o pai grita em direção a montanha: - Eu admiro você!
A voz responde: - Eu admiro você!
De novo o homem grita: - Você é um campeão!
A voz responde: - Você é um campeão!
O garoto fica espantado sem entender nada.
Então o pai explica:
As pessoas chamam isso de ECO, mas na verdade isso é a VIDA.
Ela lhe dá de volta tudo o que você diz ou faz.
Nossa vida é simplesmente o reflexo das nossas ações.
Se você quer mais amor no mundo, crie mais amor no seu coração.
Se você quer mais responsabilidade da sua equipe, desenvolva a sua responsabilidade.
Se você quer mais tolerância das pessoas, seja mais tolerante.
Se você quer mais alegria no mundo, seja mais alegre.
Tanto no plano pessoal quanto no profissional, a vida vai lhe dar de volta o que você deu a ela.

SUA VIDA NÃO É UMA COINCIDÊNCIA;
SUA VIDA É A CONSEQÜÊNCIA DE VOCÊ MESMO!!!

Educação Inclusiva



"Deus me dê a paciência de me conformar com as coisas que não posso alterar, me dê a coragem de alterar as coisas que posso, e me dê a sabedoria de distinguir entre umas e outras" (Christoph F. Oetinger).

Muito se fala em Educação Especial Inclusiva, mas nem sempre temos uma noção correcta a seu respeito. Julgamos bastante apropriado o seguinte conceito de Educação Especial: "Conjunto de medidas e recursos (humanos e materiais) que a administração educativa coloca à disposição dos alunos com necessidades educativas especiais: pessoas com algum tipo de défice, carência, disfunção ou incapacidade física, psíquica ou sensorial, que lhes impeça um adequado desenvolvimento e adaptação" (Ezequiel Ander-Egg, 1997).

A Educação Especial engloba uma imensa diversidade de necessidades educativas especiais, assim como uma equipe multidisciplinar, composta pelos mais diversos profissionais e especialistas. Seu objectivo principal é promover uma melhor qualidade de vida àqueles que, por algum motivo, necessitam de um atendimento mais adequado à sua realidade física, mental, sensorial e social.

Seus destinatários são todas as pessoas que precisam de métodos, recursos e procedimentos especiais durante o seu processo de ensino-aprendizagem.

A Educação Especial deve ser vista no contexto da Educação Geral, ou seja, o portador de necessidades especiais deve ser atendido no mesmo ambiente que o não-portador. A esta tendência contemporânea chamamos de Educação Inclusiva, uma vez que o portador de necessidades especiais é inserido em classes regulares de ensino, sendo tão digno e merecedor da educação como qualquer outra pessoa.

Numa sociedade tão preconceituosa e discriminadora como a nossa, muitos pais de alunos ditos normais são contrários a esta inclusão Também alguns professores, coordenadores, directores e funcionários, desinformados ou pouco esclarecidos, oferecem resistência a estas tentativas. Mas, mesmo assim, várias, e com muito êxito, têm sido as experiências de inclusão de alunos portadores de necessidades educativas especiais nas classes e/ou escolas regulares. Precisamos ensinar à sociedade, de uma maneira geral, que as pessoas antes de serem portadoras de necessidades educativas especiais são seres humanos capazes e dotados de inúmeras possibilidades, com um grande potencial a ser trabalhado. Nada justifica o seu isolamento do convívio com outras pessoas, seja dentro ou fora da escola.

A inclusão deve ser cuidadosa e racional, pois uma precipitação pode provocar mais frustração do que satisfação ao portador de necessidade especial, que precisa ter condições mínimas para se adaptar a certas realidades. Por exemplo: numa escola com vários andares, tendo apenas escadas, sem rampas ou elevadores, não seria interessante colocar um portador de paraplegia, que só se locomove em cadeiras de rodas, para estudar numa classe regular que utiliza uma sala no quarto andar da escola. Como seria o seu acesso à sala de aula? Atenção e cautela só tendem a nos ajudar a tomar decisões sábias e positivas.

Eis algumas modalidades de atendimento em Educação Especial: Escola Regular, Classe Regular, Escola Especial, Classe Especial, Ensino Domiciliar, Classe Hospitalar, Escola Hospitalar, Escola Profissionalizante, Empresa-Escola. Cada realidade requer um tipo de modalidade de atendimento diferente. Por exemplo, um aluno portador de doença renal, necessitando de diálise, três vezes por semana, num hospital distante de sua residência. Por dificuldades financeiras para se deslocar, consegue residir por um tempo no próprio hospital. Logo, participa de uma classe hospitalar existente no mesmo. A necessidade de diálise e de residir no próprio hospital torna-se uma necessidade educativa especial, cuja modalidade é a classe hospitalar.         

Em prol de um mundo melhor e uma sociedade mais democrática, lutemos por uma Educação Especial e Inclusiva de excelente qualidade para todos!